Num absoluto dolce far niente onde também cabem movimentos eternos e positivos:
viagens inesquecíveis. Tangos. Todos os momentos com os filhos. Meditação em esquinas. Caminhar sem rumo. Idas ao cinema aos sábados. Praias para se andar descalço. Feiras livres. Maracatus. Balanço de rede para ouvir música que aquieta. Almoços, sem hora, com os amigos do coração. Bate-papos com chopp e sem. O Democráticos para dançar. O Trapiche para cantar e o Aconchego, o Adonis e o Cozan para comer. Livrarias de longas estantes. Tempo para ver o tempo passar e, definitivamente, amor em qualquer lugar!
A Zuppa é um sítio para tudo isso. Um lugar para ser bom.
É minha hora do recreio.
Quem sou eu
Rosane Serro
Rio de Janeiro, Brazil
Jornalista que flana. Viajera e pensante. Epicurista. Cronopia. Neta de cronopio.
Jornalista há 24 anos. Mestra em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuação profissional hoje concentrada nos segmentos de Comunicação Corporativa, Comunicação Comunitária, Comunicação de Crise, Petróleo, Gás e Energia. E ainda: ex-Editora de Economia e do Caderno de Informática do Jornal do Brasil; Sub-Editora de Economia do jornal O Dia; ex-Editora Executiva do jornal Computerworld e da revista PC World e ex-Publisher da Unidade de Negócios Internet da IDG Brasil.
"Como é possível dizer que um material tão frágil conserva? E o que significa conservar, que parece uma função bem modesta? Não se trata do material, mas da imagem mesma: (...) Conservar, neste sentido, não é pouca coisa, é criar, criar sempre um suplemento (seja para embelezar a Natureza, seja para espiritualizá-la)."
(Gilles Deleuze, 1990)
Disse o outro sobre poder
"Quanto mais se sobe numa hierarquia, mesmo pseudo-revolucionária, menos possível se torna a expressão do desejo."
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